sábado, 24 de janeiro de 2015

PACOTI: ERRO HISTÓRICO E EMANCIPAÇÃO



PACOTI: 
ERRO HISTÓRICO E EMANCIPAÇÃO



Os primeiros habitantes do maciço de Baturité foram os povos Jês, hoje conhecidos como o povo Macro-Jê, que se estende até o Paraguai através do Rio Grande do sul. No Brasil os jês são também conhecidos como Tapuias, que significa ao pé da letra "não Tupi"; eles foram expulsos do litoral pelos tupis. Também são chamados de "bárbaros" por falarem uma língua própria diferente da língua Tupi.

Muito provavelmente durante a chamada "Guerra dos Bárbaros" os jês do maciço desceram para o litoral e, provavelmente, a maioria não voltou. Uma das provas disso seria na Serra do Evaristo, hoje uma comunidade quilombola, ter sido antes uma tribo nunca antes descoberta e que não voltou ao local para reabitá-lo. 

Também é provável que os que voltaram tenham sido aprisionados em aldeamentos, o que era a regra no Brasil. Dentre as tribos jês estão os baturetês, canindés (que na verdade não é o nome real dessa tribo. Canindé significa cabeça chata), jenipapos e paiacus ou baiacus. 

Mas, a história dos jês é mais antiga ainda e se espalha por todo o Brasil e além do Brasil na verdade. Agora chamados de Macro-Jês. Quem quiser saber mais leia ainda na Coluna Clio o artigo SOBRE A ORIGEM DOS JÊS do historiador de Pacoti Aroldo Filho pelo link a seguir:http://colunaclio.blogspot.com.br/2014/03/sobre-origem-dos-jes.html

O homem branco começou oficialmente a subir o maciço em 1822, séc XIX. Nessa época também começaram a ocupar as partes mais altas, onde existe a serra: Pacoti (Pendência) , Mulungu, Guaramiranga (Conceição), Palmácia (Palmeiras) e Aratuba (Coité) 

Na serra foram implantadas atividades de roçado, principalmente café, atualmente cotado entre os melhores do mundo. A serra servia de abrigo para retirantes das secas nos sertões do Ceará e também para os senhores que podiam em sítios comprados a fim de construir casas provisórias para os piores períodos de escassez. 

Um dos principais sítios chamou-se Pendência, que veio a se tornar povoado e depois distrito policial em 1863. Pendência foi elevada á categoria de vila (cidade/município) pelo decreto estadual nº56, de 2 de setembro de 1890, recebendo o nome do rio que a corta, Pacoti. 

A lei municipal nº37 de 31 de dezembro de 1949 estabelece o 2 de setembro como feriado local. 

Em 1890 tendo distrito policial, câmara de vereadores e conselho de intendência (que hoje seria a prefeitura.) estava apta a virar vila (cidade/município). Conta-se daí, então, sua emancipação política ou independência. 

Ao longo de sua história Pacoti, assim como outras várias cidades do Ceará, recebeu supressões (perda da independência) nos intervalos de 1899-1901 e 1931-1938. Sendo re-emancipado pela ultima vez pelo interventor do Ceará Menezes Pimentel que incorporou ao seu território localidades das quais tirou a independência: Conceição (Guaramiranga), Mulungu e Coité (Aratuba), sendo este o motivo da contagem do café de Pacoti ser tão grande e também ser grande a população atribuída a Pacoti segundo o IBGE dos anos 1940. 

O decreto estadual nº 448 de 20 de dezembro de 1938 simplesmente re-emancipou Pacoti, sendo um equívoco histórico a tal "concessão", o tal "título de cidade", pois já era cidade desde 1890. 

Em 1964 foram criados os distritos de Santana, Fátima e Colina. 

Para melhor entender: em 1890 vila significava cidade ou município, o que em 1938 foi somente revalidado e mais tarde houve um equívoco em algumas gestões administrativas de Pacoti onde oficialmente se conta a idade de Pacoti com 48 anos a menos ainda hoje, embora o equívoco já tenha sido desfeito pelo historiador de Pacoti Aroldo Filho em um trabalho de faculdade em 2008, inclusive publicando um questionamento no Jornal Delfos em sua impressão nº 2

Depois mais uma vez re-explicado através da exposição Pacoty: uma História em documentos, através da Associação Cultural SEMPRE, que esteve exposta por mais de 1 ano no Campus Experimental da UECE em Pacoti com grande apoio e acolhida da pró-reitora na época DR.Lúcia Helena Granjeiro. 

Muitos ainda insistem em não entender que se conta a partir de 1890 a emancipação política de Pacoti.

Ateu Poeta 
(Aroldo Historiador)
21/01/2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

VAMOS CELEBRAR A ESTUPIDEZ HUMANA

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

VAMOS CELEBRAR A ESTUPIDEZ HUMANA

VAMOS CELEBRAR A ESTUPIDEZ HUMANA

Todo mundo defendendo os muçulmanos contra a Charlie e o jornal, esquecendo do grupo Ísis e do Haram usando o termo que a grande mídia criou, a tal "islamofobia".

Que lindo!
Vamos esquecer os mais de 2 mil assassinados na Nigéria, as mais de 200 meninas sequestradas e vendidas como escravas sexuais.

Vamos esquecer todos os cristãos, ateus, judeus e budistas perseguidos pelos muçulmanos porque um desenho sobre um deus imaginário ou sobre o tal Muhammad, que fora outrora expulso e depois saqueara Meca, é mais importante que milhares de vidas humanas.

Ateu Poeta 
15/01/2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

PACOTI CONTABILIZA SEIS PREFEITOS DURANTE DOIS ANOS

Pacoti contabiliza seis prefeitos durante dois anos

( por: Alex Pimentel)

(...) 1º de janeiro, Antônio Jorge entregou o cargo a José Leandro Sousa de Oliveira, eleito presidente da Câmara para o biênio 2015/2016.

(...) no portal oficial do TRE do Ceará consta o nome do candidato Marcos Venicios Norjosa, o "Dr. Marcos", (...) como eleito no pleito de 2012.

O troca-troca se tornou o assunto mais comentado nas rodas de amigos. Para alguns, a situação é uma vergonha. Outros veem a situação como hilária. (...)

Leia completo na Coluna Diamante: 

http://colunadiamante.blogspot.com.br/2015/01/pacoti-contabiliza-seis-prefeitos-em.html