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Origem das Visitas

AROLDO FILHO

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domingo, 29 de dezembro de 2013

ANDERSON QUEBRA A PERNA


ANDERSON QUEBRA A PERNA

A derrota da revanche foi ainda pior que a primeira; Anderson quebrou a perna em defesa de Muay tai.

Leia em :

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Sempre vivo


Sempre vivo

Precisamos de dias mais longos,
cheios de ar, aves;
árvores por todos os cantos,
cantos açucarando os pesares,

Afagando aos ouvidos.

Ouvi dos sinceros seus sins,
som de detalhes.
De talhes simplórios,
corpos notórios, 
felicidade e gemidos.

Precisamos de larga boca
e nada oca a mente.
Mente aquele que no medo,
em segredo,
no paladar do azedo, 
expõe que não ama
e não segue passo à frente.

Por aqui, por ali,
o sol nasceu mais vivo,
vi você de repente,
menos breve e arredio
arrepender-se contente.

André Anlub® 
(4/11/13)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Vida Cigana

video

Autor: Ateu Poeta (Aroldo Filho) 
Cantor: Alex Balú

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

EQUINÓCIO


http://ateupoeta.blogspot.com.br/2013/11/equinocio.html

EQUINÓCIO

Se a poesia não preenche
Ainda haverá a música
Mas o vazio vem da própria busca
Só deve ser acompanhado da dúvida

Um mergulho para dentro de si
Volta ao mundo real
Lá onde a literatura não alcança
O universo dança onde não se posso ver

O tédio não vem do ócio
Mas do equinócio de não pertencer a mim mesmo
Um poço de insensatez
Para livrar da tênue tez-prisão

A vida é uma gaiola
As minhas asas querem flutuar

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

23/11/2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Tapete vermelho do amor


Tapete vermelho do amor

Saiu a lista dos apaixonados do ano
nem sicrano, nem fulano
meu nome estava lá.
Foi magia
em primeiro lugar, quem diria.
- mas por favor, não vão me alugar...

Já era de praxe
peguei pesado no sentimento
amei além da imaginação.
Não teve um sequer momento
que eu não tenha acertado na mão.

fiz o bê-á-bá certinho
o arroz com feijão.
Rezei conforme a cartilha
e para não perder-me na trilha
segui cada pedaço de pão.

Comecei como homem de lata
levei na lata, fiquei em frangalho.
Nunca levei jeito pra espantalho
sobrou muita coragem pro leão.

Por causa da inspiração
deixei de me acabrunhar num fosso.
Tornei-me de cerne, carne e osso
e fiz da poesia oração.

André Anlub®
(22/5/13)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

IDIOTICE


IDIOTICE

Idiossincrasias à parte
Demônios não batem à porta
Incêndios não torram marte 
Tremor do além é firula 
 O pra sempre é língua morta
Ilusão vendida a granel 
Cápsulas que vem sem bula 
Enviadas por anjos do céu... 

Autora: Marisa Schmidt

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Falando de arte


Da Arte

Primeiro marquei meu horizonte
em um traço negro em declínio
deixo a inspiração fazer domínio
depois me embriago na fonte.

Pintores são fantoches e fetiches
sobem em nuvens ou caem em piches
respiram a mercê de sua cria
são puros profetas à revelia.

Tudo podem e nada é temível
nem mesmo perderem o dom
sabem o quão infinito é o tom.

Seus corações de loucos palpitam
e no cerne que eles habitam
saem às cores do anseio invisível.

André Anlub®

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

EN PASSANT


EN PASSANT

Morte é a sorte tomada de volta
Da matéria que por acaso viveu
Ocaso que me virá de en passant
Escuridão que se propaga

Todo radical livre terá sua liberdade usurpada
Arroba rubra de violinos e moinhos
Ninhos do universo em poesia cantada
Versos filarmônicos de Arthur e Chopin

Vivaldi do amanhã que floresce em disparada
Quando uma flor fenece outra brota
Da Varjota à Gávea
Da Gálea à Zâmbia

O ciclo recomeça
Cria-se nova revoada

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

31/10/2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

LA VITA PER CAPITA


LA VITA PER CAPITA

Mistério é só um segredo
Guardado com medo
 Que será desvendado
Diluído, difundido e testado

Devemos duvidar de tudo
 Até termos certeza das coisas que de fato são
Aceitar tudo sem questionar
É desperdiçar um cérebro são

 Que a evolução construiu tão piamente
O homem proíbe tudo que é natural
Enriquece do artificial vil metal
Mas, se o vital fenece

É por que de fato empobrece
Perda per capita

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

29/10/2013

domingo, 27 de outubro de 2013

CARTOLA


CARTOLA

A vida não cabe na cartola, senhora
A aurora já nasceu
Surge o velho sol na face do céu
Detrás das colinas fogem os sonhos

A noite com sono vai embora
A glória não é de todos nem eterna
Só ébria ilusão do mundo
Há mil miragens nessa caverna

Correntes e incertezas
O chão é sempre de areia movediça
Prisão de fortes dobradiças
É o próprio medo que em segredo destrói

Até a mais destra fortaleza
Não há dados nesse jogo

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

28/10/2013

PARA QUEM DEFENDE BIOGRAFIAS NÃO-AUTORIZADAS


PARA QUEM DEFENDE BIOGRAFIAS NÃO-AUTORIZADAS


Para quem defende biografias não-autorizadas vamos lembrar desse caso da Carolina Diekmann:

Qual a diferença?

Será que a os danos causados por falsas informações ao biografado podem ser reparados somente pela indenização?

E aqui reitero a proibição que já fiz de se por meu nome em qualquer obra, principalmente de História, para fins lucrativos em que eu não tenha permitido por escrito e assinado.

"Ainda na CF, Art 5º, encontra-se a seguinte proteção legal: 

X- são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação; (...) O inciso X torna-se mais específico para a invasão de privacidade, pois considera inviolável a própria intimidade, privacidade e imagem da pessoa. Tal disposição da lei ainda traz como consequência à violação desses direitos o pagamento de indenizações tanto aos prejuízos materiais quanto aos danos morais. 

No Código Civil Brasileiro ficou estabelecido que a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, se macularem sua honra, boa fama, respeitabilidade e vida privada, ou se ainda forem usados para fins comerciais. Portanto, o referido Código Civil traz tal ensinamento previsto em seu artigo 20: 

Art. 20. Salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se destinarem a fins comerciais. 

Parágrafo único. Em se tratando de morto ou de ausente, são partes legítimas para requerer essa proteção o cônjuge, os ascendentes ou os descendentes. "


Aroldo Filho 
(Ateu Poeta, O QUESTIONADOR)
HISTORIADOR E JORNALISTA INDEPENDENTE

sábado, 26 de outubro de 2013

POETA SEM LUA


POETA SEM LUA

O mundo não é um jardim de miosótis
Mas não te esqueças de mim
Sou samurai sem espada
Poeta sem lua

Se a tua mão não está aqui
E não vejo teus olhos
A vida é curta demais
Para patamares ideais

Só importará no fim o que vivermos
No eterno ciclo transversal
Mares de átomos sem capataz
A verve da paz se faz no seio da guerra

É preciso voar
Para a poesia florescer

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR

26/10/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"ACONTECEU, VIROU MANCHETE"

"ACONTECEU, VIROU MANCHETE"


Confira o filme "Aconteceu, virou Manchete" que fala do início ao fim da Rede Manchete e os motivos de falência.

Um canal que deixou saudades por novelas, desenhos e outras coisas diferenciadas na sua programação de cunho inovador.

Assista, indo através desse link da Página ATEU POETA no FACEBOOK:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=507350022694354&set=a.322562971173061.72537.286093461486679&type=1&theater

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
Historiador, Poeta e Jornalista Independente
22/10/2013

domingo, 20 de outubro de 2013

DEUS; A IMITAÇÃO DA IMITAÇÃO DE HÓRUS

 


Deus; A IMITAÇÃO DA IMITAÇÃO DE HÓRUS

Sabe o deus Hórus filho de Osíris e Ísis?


O tio dele, Seth fez Osíris em 14 pedaços e pôs num caixão, que foi parar na Fenícia perto do palácio da rainha e deusa Atenais (de onde mais tarde os gregos criaram Atenea/Atenas/Atenay- a deusa da sabedoria).

Ísis foi buscá-lo virando um pássaro, o ressuscitou embalsamando-o com ajuda do deus Rá (pai de Ísis, Osíris e Seth. Também pai da maioria dos deuses egípcios).

Daí o rei do Egito passou a ser Hórus, no lugar de Osíris, que agora seria um deus do Xeol (de onde vem Céu. Era um lugar onde as almas dos mortos teriam suas punições antes de sumir pra sempre. O deus Anúbis virou assessor de Osíris).

Foi quando Seth atacou Hórus e lhe arrancou o olho direito e jogou com tanta força que o olho jamais foi encontrado nem jamais paro Acreditava-se que o deus veria tudo).

Ísis criou uma pedra chamada Udjat e pôs no lugar do olho que faltava. Daí, a lenda de que se juntar os dois olhos direitos de Hórus se poderia voltar no tempo ou ir para o futuro também quando quiser.

Essa pedra era usada por Amenóphes IV, faraó do séc IV AC que criou a religião politeísta do Egito com base nos deuses que já existiam por lá, fazendo-os parentes, ligando-os por uma árvore genealógica.

Escolheu cerca de 700 deuses e queimou tudo o mais sobre os outros.

A do triângulo foi criada para Apolo (deus das belas artes) imitando essa pedra. E existe bíblia com um olho dentro de triângulo simbolizando Deus, imitando a de Apolo.

Ou seja; Deus é a imitação da imitação de Hórus.

Ateu Poeta 
O QUESTIONADOR
20/10/2013

sábado, 28 de setembro de 2013

Ao amor livre


Ao amor livre

São muitas as trajetórias do amor,
notórias escolhas, erradas ou certas,
o sentimento que navega em diversas veredas,
em caravelas sem rumo, nos mares inóspitos,
sob o fogo e as flechas.
Há a calmaria do coração silencioso,
inimaginável adaptação da estrada,
por onde, em sonhos, andamos felizes,
cantando e admirando a natureza.
Também há aquele amor que irrita
e fica na mira dos dedos apontados,
dos velhos julgamentos,
das incontestáveis indelicadezas
e umbigos gigantes...
A inveja que beira o pérfido,
a repugnância e a avareza.
Mas de nada adianta
pois é sobre o amor que se fala,
e em decorrência dele vivemos.
Eis a paixão palhaço,
em que coloca-se alegre o nariz vermelho,
armando o circo no leito e apertando o peito, 
de jeito - suando as mãos... 
Livres dos “nãos” e dos preconceitos.

André Anlub®

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

JURISTA AFIRMA QUE DIRCEU FOI CONDENADO SEM PROVAS


JURISTA AFIRMA QUE DIRCEU FOI CONDENADO SEM PROVAS


TRANSCRIÇÃO DA ENTREVISTA DE IVES GANDRA AO FOLHA DE SÃO PAULO:

"Folha - O senhor já falou que o julgamento teve um lado bom e um lado ruim. Vamos começar pelo primeiro.

Ives Gandra Martins - O povo tem um desconforto enorme. Acha que todos os políticos são corruptos e que a impunidade reina em todas as esferas de governo. O mensalão como que abriu uma janela em um ambiente fechado para entrar o ar novo, em um novo país em que haveria a punição dos que praticam crimes. Esse é o lado indiscutivelmente positivo. Do ponto de vista jurídico, eu não aceito a teoria do domínio do fato.

Por quê?

Com ela, eu passo a trabalhar com indícios e presunções. Eu não busco a verdade material. Você tem pessoas que trabalham com você. Uma delas comete um crime e o atribui a você. E você não sabe de nada. Não há nenhuma prova senão o depoimento dela -e basta um só depoimento. Como você é a chefe dela, pela teoria do domínio do fato, está condenada, você deveria saber. Todos os executivos brasileiros correm agora esse risco. É uma insegurança jurídica monumental. Como um velho advogado, com 56 anos de advocacia, isso me preocupa. A teoria que sempre prevaleceu no Supremo foi a do "in dubio pro reo" [a dúvida favorece o réu].


Houve uma mudança nesse julgamento?

O domínio do fato é novidade absoluta no Supremo. Nunca houve essa teoria. Foi inventada, tiraram de um autor alemão, mas também na Alemanha ela não é aplicada. E foi com base nela que condenaram José Dirceu como chefe de quadrilha [do mensalão]. Aliás, pela teoria do domínio do fato, o maior beneficiário era o presidente Lula, o que vale dizer que se trouxe a teoria pela metade.


O domínio do fato e o "in dubio pro reo" são excludentes?

Não há possibilidade de convivência. Se eu tiver a prova material do crime, eu não preciso da teoria do domínio do fato [para condenar].


E no caso do mensalão?

Eu li todo o processo sobre o José Dirceu, ele me mandou. Nós nos conhecemos desde os tempos em que debatíamos no programa do Ferreira Netto na TV [na década de 1980]. Eu me dou bem com o Zé, apesar de termos divergido sempre e muito. Não há provas contra ele. Nos embargos infringentes, o Dirceu dificilmente vai ser condenado pelo crime de quadrilha.


O "in dubio pro reo" não serviu historicamente para justificar a impunidade?

Facilita a impunidade se você não conseguir provar, indiscutivelmente. O Ministério Público e a polícia têm que ter solidez na acusação. É mais difícil. Mas eles têm instrumentos para isso. Agora, num regime democrático, evita muitas injustiças diante do poder. A Constituição assegura a ampla defesa -ampla é adjetivo de uma densidade impressionante. Todos pensam que o processo penal é a defesa da sociedade. Não. Ele objetiva fundamentalmente a defesa do acusado.


E a sociedade?

A sociedade já está se defendendo tendo todo o seu aparelho para condenar. O que nós temos que ter no processo democrático é o direito do acusado de se defender. Ou a sociedade faria justiça pelas próprias mãos.


Discutiu-se muito nos últimos dias sobre o clamor popular e a pressão da mídia sobre o STF. O que pensa disso?

O ministro Marco Aurélio [Mello] deu a entender, no voto dele [contra os embargos infringentes], que houve essa pressão. Mas o próprio Marco Aurélio nunca deu atenção à mídia. O [ministro] Gilmar Mendes nunca deu atenção à mídia, sempre votou como quis.

Eles estão preocupados, na verdade, com a reação da sociedade. Nesse caso se discute pela primeira vez no Brasil, em profundidade, se os políticos desonestos devem ou não ser punidos. O fato de ter juntado 40 réus e se transformado num caso político tornou o julgamento paradigmático: vamos ou não entrar em uma nova era? E o Supremo sentiu o peso da decisão. Tudo isso influenciou para a adoção da teoria do domínio do fato.

Algum ministro pode ter votado pressionado?

Normalmente, eles não deveriam. Eu não saberia dizer. Teria que perguntar a cada um. É possível. Eu diria que indiscutivelmente, graças à televisão, o Supremo foi colocado numa posição de muitas vezes representar tudo o que a sociedade quer ou o que ela não quer. Eles estão na verdade é na berlinda. A televisão põe o Supremo na berlinda. Mas eu creio que cada um deles decidiu de acordo com as suas convicções pessoais, em que pode ter entrado inclusive convicções também de natureza política.


Foi um julgamento político?

Pode ter alguma conotação política. Aliás o Marco Aurélio deu bem essa conotação. E o Gilmar também. Disse que esse é um caso que abala a estrutura da política. Os tribunais do mundo inteiro são cortes políticas também, no sentido de manter a estabilidade das instituições. A função da Suprema Corte é menos fazer justiça e mais dar essa estabilidade. Todos os ministros têm suas posições, políticas inclusive.


Isso conta na hora em que eles vão julgar?

Conta. Como nos EUA conta. Mas, na prática, os ministros estão sempre acobertados pelo direito. São todos grandes juristas.


Como o senhor vê a atuação do ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso?

Ele ficou exatamente no direito e foi sacrificado por isso na população. Mas foi mantendo a postura, com tranquilidade e integridade. Na comunidade jurídica, continua bem visto, como um homem com a coragem de ter enfrentado tudo sozinho.


E Joaquim Barbosa?

É extremamente culto. No tribunal, é duro e às vezes indelicado com os colegas. Até o governo Lula, os ministros tinham debates duros, mas extremamente respeitosos. Agora, não. Mudou um pouco o estilo. Houve uma mudança de perfil.


Em que sentido?

Sempre houve, em outros governos, um intervalo de três a quatro anos entre a nomeação dos ministros. Os novos se adaptavam à tradição do Supremo. Na era Lula, nove se aposentaram e foram substituídos. A mudança foi rápida. O Supremo tinha uma tradição que era seguida. Agora, são 11 unidades decidindo individualmente.



E que tradição foi quebrada?


A tradição, por exemplo, de nunca invadir as competências [de outro poder] não existe mais. O STF virou um legislador ativo. Pelo artigo 49, inciso 11, da Constituição, Congresso pode anular decisões do Supremo. E, se houver um conflito entre os poderes, o Congresso pode chamar as Forças Armadas. É um risco que tem que ser evitado. Pela tradição, num julgamento como o do mensalão, eles julgariam em função do "in dubio pro reo". Pode ser que reflua e que o Supremo volte a ser como era antigamente. É possível que, para outros [julgamentos], voltem a adotar a teoria do "in dubio pro reo".


Por que o senhor acha isso?

Porque a teoria do domínio do fato traz insegurança para todo mundo."


VEJA MAIS NA FOLHA DE SÃO PAULO:



sábado, 21 de setembro de 2013

ATAQUE TERRORISTA NO QUÊNIA DEIXA 20 MORTOS

 




ATAQUE TERRORISTA NO QUÊNIA DEIXA 20 MORTOS

Um ataque terrorista está acontecendo no Quênia e já deixou pelo menos 20 mortos até agora.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
21/09/2013

VÍDEO DO ATENTADO NO JORNAL COLUNA DIAMANTE:



terça-feira, 17 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

JORNAL DELFOS IMPRESSO Nº 13 ANO 7


JORNAL DELFOS VERSÃO IMPRESSA Nº 13, ANO 7

Nesse ano não deu certo imprimir o Jornal Delfos. O Jeito é lançar o Delfos Impresso on-line mesmo.

O bom disso é que quem não tem como ter acesso a ele fora sites e blogs saberá como é na forma impressa.

Jornal Delfos: Arte, História e Jornalismo 
Ano 7, edição nº 13 

O Jornal Delfos é o 1º Jornal Universitário de Pacoti-CE, criado por Cristiano Viana Silveira e pelo Historiador Aroldo Filho (os dois presidentes iguais). 

Sempre foi distribuído gratuitamente em Pacoti e em várias outras cidades só que com tiragens bem pequenas até agora, mas o blog do Jornal Delfos já passou muito de 200 mil acessos visto em mais de 60 países. 

Obrigado a todos os leitores, contribuintes, seguidores, e parceiros do Jornal Delfos. 

Ateu Poeta, O QUESTIONADOR (Historiador Aroldo Filho) 
Presidente